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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Viver coerentemente

"Um dia, Fernanda me chamou com urgência... Padre Léo, um homem de personalidade forte, do tipo machão, chorava desesperadamente com dor no ouvido esquerdo, que não melhorava nem com injeção de morfina diretamente na veia.
Aquilo para mim foi demais, nunca vi sofrimento tão grande... Não vendo resposta nos analgésicos injetados, lembrei-me do serviço de acupuntura que existe no hospital e lhe disse:

- Padre, poderíamos chamar a equipe de acupuntura.

- Imediatamente ele me respondeu: 

‘-Roque, me desculpe. Você sabe muito bem minha posição com relação à acupuntura. É um procedimento oriental que invoca uma mística absolutamente contrária ao nosso Deus. Estou morrendo de dor, mas não posso aceitar a sua oferta’.

Essa resposta me mostrou o caráter do padre Léo. Nem gemendo de dor, ele se esqueceu dos princípios cristãos que sempre pregou ou escreveu em seus livros".

É possível entender, depois desse testemunho do Dr. Roque Savioli, em seu livro: “Médico Graças a Deus!”, o comportamento de uma pessoa como o padre Léo que agia de acordo com o que aprendeu de Jesus, os valores fundamentais nos quais acreditava.
Também há pessoas, que em meio a uma crise ou qualquer outro sofrimento, o desespero vem e sem forças para resistir buscam outras saídas, conforme o depoimento de seu médico: "Confesso que nunca vi comportamento igual, porque na hora do sofrimento as pessoas aceitam qualquer coisa para se livrar da dor. No desespero, vi muitos cristãos procurarem centros espíritas... Nesse episódio, padre Léo deu-me um testemunho impressionante de fé e esperança como um homem santo que era!".

O sofrimento na vida do padre não foi inútil, pois ele aproveitou tudo. Seus limites, suas fraquezas, foram motivos para aumentar a confiança no amor e fé na misericórdia do Senhor. A lição que ele nos deixa é que temos que agir, seja na pior das situações, de acordo com a Palavra de Deus, de conformidade com os princípios que regem a Lei de Deus.
"Tentei outra medicação analgésica , fazendo-o dormir".

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Para refletirmos...

O que é uma falsa religião?
É tudo aquilo que me é oferecido como salvação, entretanto, sem Jesus como Salvador. É quando eu digo que vou ser cristão do meu jeito, que basta saber que Deus existe e me ama, e vou vivendo minha vida do jeito que eu quero, criando meus mandamentos, sacramentando um relaxamento do meu modo, segundo meu ponto de vista. 
É cristianismo "de mentirinha" que não toca na minha vida e, por isso, não a transforma.
Falsa religião é mais do que aquela seita das esquinas do nosso pais e do mundo; trata-se também do meu modo covarde de inventar e viver uma religião pessoal que nunca me salvará!

Por Ricardo Sá (membro da Comunidade Canção Nova)