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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

“Maria tem um coração alargado como o de Deus”, lembra Bento XVI


Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
Se amamos Deus, devemos também amar Maria, pois ela foi a corajosa que soube dar um sim sem vacilar e assumiu todos os riscos. Ela engravidou na força do Espirito Santo depois do seu sim incondicional a Deus. Ela é a serva obediente de Javé. Dessa generosidade, Deus reservou para ela um guardião justo e casto Jose que se tornou um Pai adotivo do Filho de Deus. Maria torna-se mãe e permanece virgem como oferenda agradável a Deus. Ela é a mulher que engradece a natureza humana. Sua bondade, seu amor e sua santidade estão na essência do seu ser sem pecado. Ela é unida a Cristo, tornando-se a mãe da Igreja e corredentora da humanidade com Jesus, nosso Senhor e Salvador.(1)
Papa Bento XVI saudou os cerca de 3 mil fiéis que compareceram à celebração da Solenidade de Assunção de Nossa Senhora O Papa Bento XVI celebrou, na manhã desta quarta-feira, 15, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, em Castel Gandolfo. Neste dia, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. O Pontífice lembrou, na homilia, que na Assunção é possível ver que há espaço para o homem em Deus e que Maria, estando unida a Ele, não se distancia, mas participa da presença de Deus e tem um coração grande como o Dele. (2)
“Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus”, disse o Papa. Ele também destacou outro aspecto, que é o fato de haver espaço no homem para Deus. E esta presença, segundo o Pontífice, se realiza na fé. “Na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser”. Bento XVI explicou que a solenidade da Assunção é um convite para louvar a Deus e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, “para que conheçamos Deus na face dos seus”. Para explicar o porquê de Maria ser glorificada na assunção ao céu, o Papa citou o trecho do Evangelho de São Lucas, em que se vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45). (2)
“E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó”, destacou Bento XVI. O Papa lembrou ainda que Deus aguarda seus filhos, de forma que os fiéis não caminham sozinhos e, indo ao outro mundo, encontram a bondade da Mãe, o Amor eterno. “Deus nos espera: esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce exatamente desta festa. Maria nos visita, é a alegria da nossa vida e é a esperança da nossa alegria”.(2)
Queridos irmãos e irmãs, o dia de hoje abre em nós uma esperança do céu. O papa nos ajuda a entender o que Deus faz por nós por amor. Ele nos ama de modo infinito e não nos deixou no mundo da morte e do pecado. Preparou uma criatura, a modelou na graça e a tornou imaculada e mãe de Jesus e nossa. O seu corpo transparecia a presença de Deus e não conheceu o pecado que destrói o ser humano. Ela tornou a nossa mãe bondosa na presença de Deus que derrama através dela muitas bênçãos para nós. Temos a certeza da sua interseção junto a Deus. Ela sempre nos auxilia com sua materna proteção. Ter uma mãe celestial é motivo de muita alegria para todos os cristãos, pois sem ela nós estaríamos ainda no vale tenebroso da morte e sem comunhão com Deus. (1)
(1)    Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
(2)    www.cancaonova.com  15-08-2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Temos um Pai no céu


Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
Jesus Cristo vindo ao mundo nos mostrou o rosto do Pai, que é amoroso e misericordioso. Mostrou de diversos modos como que o Pai acolhe a cada um de nós. Ele perdoa e nos abriga no teto de amor e solidariedade. Somos filhos no Filho de Deus. Jesus nos ensina como chegar ao coração do Pai através da oração do Pai nosso. Só em Jesus foi revelado a nós a presença do Pai que nos ama. Deus era conhecido como aquele que é. Agora temos a certeza que Deus é Pai em Jesus Cristo
A oração do pai nosso nos mostra quem é Deus e o seu nome deve ser santificado Deus está no céu e nós queremos que o Reino Dele venha até nós, porque esse reino é constituído de justiça, paz, amor e sabedoria.
Agora, participamos da Paternidade de Deus.  Essa alegria já contagiou os discípulos de Jesus e a nós, agora,  que somos batizados na trindade santa. Quem acolhe Jesus, acolhe o Pai na unidade do Espirito Santo. Em Jo 1,12 nos fala: a quantos o acolheram e  Jesus deu o poder de chegar a ser filhos de Deus”.
A nossa filiação é adotiva por graça de Cristo e essa dadiva deveu a Ele que morreu na Cruz e ressuscitou para darmos vida de filhos de Deus. Somos amados por Deus que nos quer que sejamos unidos entre nós e com Ele. Nada pode nos separar do amor Deus e que sejamos construtores de uma comunidade de irmãos e filhos amados de Dele para sempre. Amém.
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha 12-08-2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

Quem vai a Jesus tem paz e ajuda


Quem vai a Jesus tem paz e ajuda

Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
A liturgia nos ajuda a ter um encontro sincero com Deus e com os irmãos e irmãs para encontrar a paz verdadeira e uma felicidade sem fim.
Estamos no 16º do tempo comum e hoje vamos sentir a compaixão do bom pastor que conduz o seu rebanho para aguas puras e colinas verdejantes onde não podem faltar a vida em abundancia.
No livro do profeta Jeremias, temo-lo denunciando os governantes do seu tempo, que são maus pastores que deixaram o rebanho perecerem. Eles são gananciosos, ficam procurando os seus próprios interesses e não preocupam com o povo, deixando-os passar necessidades.
Então, Jeremias anuncia que Deus será o pastor do seu povo, pois Ele é zeloso e também um Deus da vida que preocupa com bem das pessoas. Deus é assim, sempre está ao nosso lado, dando força e coragem para prosseguirmos no bem para nós e para os outros. (Jr 23,1-6) Isso se concretizou em Cristo, Ele é bom pastor que dá a sua vida para a nossa salvação.
Na carta de São Paulo aos Efésios, Paulo com precisão afirma que Jesus derrubou todas as barreiras como o ódio, o pecado, o egoísmo, a ingratidão etc. que  separavam as pessoas de ter uma comunhão com Deus e com todos. Jesus ainda nos reuniu num só povo, num só rebanho, pois Ele na sua cruz nos permite ter vida e salvação. A sua ressurreição nos abre para a vida eterna. Agora precisamos  aproximar de Jesus numa vida cheia de amor e misericórdia para com os irmãos. Ser de Jesus é ser próximo uns dos outros, vivendo a solidariedade e partilha para que todos possam usufruir dos bens da terra. (cf. Ef 2,13-18)
O evangelista Marcos nos fala do Pastor que foi prometido no antigo testamento que é Jesus Cristo. Ele veio para nos ajudar e dar a sua mão para nos erguer da situação de morte e miséria humana para uma vida digna de filhos de Deus. Temos duas cenas que nos impressionam e nos faz acreditar em Deus da vida. A Primeira é Jesus que age com misericórdia e solicitude de um verdadeiro Bom Pastor. Jesus acolhe a todos, tem um zelo para com os discípulos e com o povo. Os apóstolos chegam da missão em que Jesus tinha enviados. Tudo que Jesus tinha orientado aconteceu. Eles agiram com o poder de Deus e ficaram maravilhados com as curas e libertação que aconteciam nas pessoas quando eles impunham as mãos. Isso é maravilhoso, mas Jesus vê a necessidades deles para parar e reabastecer com a sua presença no deserto. Assim, nós devemos proceder para encontrar forças na missão, e o descanso, a oração nos ajudam a termos harmonia espiritual e humana. ( cf. Mc 6,30-34)
A segunda é constatação por Jesus de uma multidão que estão sem pastor para guia-los. Jesus tem misericórdia e compaixão pra com Eles, pois eles são parecidos com ovelhas sem pastor para cuidá-las e protege-las das situações hostis que podem levar a morte. Ser anunciador de Jesus é saber acolher, entender e procurar ser bondoso para com todos. O missionário deve estar em intimidade com Deus para não desanimar na missão. O nosso Deus é da vida. Jesus é mestre e bom Pastor, ao mesmo tempo Ele nos ensina e nos protege dos maus e do pecado. Precisamos não se esquecer de ter contato com a família e ter uma vida social sadia e não ficar  somente nas preocupações pastorais e sociais do nosso tempo. Jesus é o Pastor do seu povo, sobretudo porque o alimenta com a sua palavra salvadora e o nutre com o evangelho da esperança. Esse é o desafio da Igreja que precisa levar esperança e vida as pessoas, acolhendo-as e ajudando-as a encontrar sentido para sua vida. Devemos ser irradiadores de vida e alegria para que todos possam encontrar a paz verdadeira. O que devemos fazer para que as pessoas sintam que são valorizadas na Igreja, na família e na sociedade?
Que a liturgia de hoje, possamos tomar a consciência cada vez mais que acolhendo as pessoas nós estamos também evangelizando-as. Amém!
Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha 22-07-2012

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Eucaristia é encontro do homem com Deus", salienta Bento XVI


Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
 
Fazemos parte da Igreja de Cristo que tem como marca a partilha e multiplicação dos bens a favor dos necessitados. Ninguém fica fora do banquete do Senhor. A mesa tem lugar para aqueles que sabe doar a sua vida a favor dos mais necessitados. O gesto da multiplicação dos pães a partir de um menino que põe a disposição de Jesus 5 pães e dois peixes para serem distribuídos, então acontece o milagre da multiplicação. Deus vem em socorro do seu povo e não o deixa faminto. Nós somos a Igreja do pão partido. Precisamos comprometer mais com os sofredores e necessitados do nosso tempo, imitando o gesto de Jesus que não ficou insensível à fome da sua palavra e do pão material. (1)
Bento XVI fez a proclamação do Angelus Domini da sacada do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo. Na proclamação da oração mariana do Angelus, deste domingo, 29, o Papa Bento XVI falou sobre a Eucaristia, “permanente grande encontro do homem com Deus, no qual o Senhor se faz alimento, dá a Si mesmo para nos transformar Nele”. O Santo Padre salientou que Cristo é quem sacia a fome do homem, a fome de algo profundo, a fome de orientação, de sentido, de verdade, a fome de Deus. “Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que nos faça redescobrir a importância de nos nutrir do corpo de Cristo, participando fielmente e com grande consciência da Eucaristia, para estarmos sempre mais intimamente unidos a Ele”, disse Bento XVI. Ao mesmo tempo, o Pontífice pediu que todos rezassem para que jamais falte a ninguém o pão necessário para uma vida digna e sejam abatidas as desigualdades não com as armas da violência, mas com a compartilha e o amor. (2)
Aos fiéis e peregrinos reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Papa falou também sobre o milagre da multiplicação dos pães, descrito no capítulo 6º do Evangelho de João. Nesta passagem, vem destaca também a presença de um garoto, que, diante da dificuldade de alimentar tanta gente, coloca em comum o pouco que tinha: cinco pães e dois peixes (cfr Jo 6,8). “O milagre não se realiza do nada, mas de uma primeira e modesta partilha daquilo que um simples garoto tinha consigo. Jesus não nos pede aquilo que não temos, mas nos faz ver que se cada um oferece aquele pouco que tem, o milagre pode sempre acontecer: Deus é capaz de multiplicar o nosso pequeno gesto de amor e nos tornar participantes do seu dom”, destacou Bento XVI.(2)
A palavra do nosso papa Bento XVI e a liturgia de hoje nos ajudam a termos olhos para os pobres necessitados desse mundo. Não precisamos fazer algo grande, mas basta colocar o pouco que temos a favor dos que precisam. Há muita coisa por fazer e não podemos nos acomodar na nossa vida tranquila quando muitos passam necessidades do pão material, da educação, da saúde, do emprego, de saneamento básico e da palavra de Deus. Temos que fazer acontecer a partilha entre nós e não ficarmos acomodados no nosso mundo particular. A sociedade exige de nós gestos de amor sincero que leva vida em abundancia a todos.



(1) Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha 29-07-2012 jbscteologo@gmail.com